O curso foi desenvolvido com base numa Metodologia Comunicativa.
As aulas são dinâmicas, realizadas no idioma estudado, integrando conversação, vocabulário (léxico) e estrutura da gramática, permitindo adquirir conhecimentos de maneira divertida, gradual e segura.
Nosso material didático inclui livros, guias de exercícios personalizados, músicas, filmes, textos jornalísticos, jogos, revistas, livros específicfos, exercícios de fono,etc...
Nosso curso possibilita rápida aprendizagem, porque são aulas 100% práticas, já que são aulas realizadas com pequenos espaço de tempo.
No domingo meu esposo e eu acordamos cedo e comemos uma torta esquista de chocolate. Marque o melhor sinônimo para as palavras que estão sublinhadas, respectivamente.
a) lembramos, deliciosa
b) decidimos, deliciosa
c) resolvemos, estranha
d) despertamos, estranha
2.-
João Gilberto é um grande cantor da bossa nova. ______________ brasileiro desconhece seu nome.
a) Nada
b) Nádia
c) Nenhum
d) Nenhuma
3.-
Quando eu ______ ao Brasil irei conhecer as praias do nordeste e se _______ tempo e _________ conhecerei também a floresta amazônica.
a) for, tiver, puder
b) vá, tivera, pudera
c) for, tivera, pudera
d) vá, tiver, puder
4.-
Qual é o plural da seguinte frase: "A garota viajou ao Brasil e voltou muito feliz".
a) As garotas viajaram ao Brasil e voltaram muito felizes.
b) As garotas viajariam ao Brasil e voltariam muito felices.
c) As garotas viajarão ao Brasil e voltarão muito felizes.
d) As garotas viajaram ao Brasil e voltaram muito felices.
5.-
Marque a alternativa que completa corretamente o diálogo a seguir: - Você ______ontem? - Sim, ____ com a Márcia. A gente _______ao cinema
a) Saiu, saí, foi
b) Sai, saí, foi
c) Saiu, saí, fui
d) Saia, sai, fomos
6.-
Assinale a alternativa que todas as palavras grifadas da frase a seguir representa o antônimo da mesma. " João Silva comprou uma estante larga e feia ".
a) Estreita e beija
b) Comprida e bela
c) Estreita e bela
d) Estreita e velha
7.-
Vou comprar ______ passagem para o Brasil para conhecer _______ costumes, e ______ magia da cultura dos índios yanomami da floresta amazônica.
a) Um, os, o
b) Uma, os, a
c) Uma, as, ao
d) Um, as, a
8.-
Assinale a frase com erro de concordância verbal.
a) Houve diversas alterações.
b) Ainda existem dificuldades.
c) Ainda haverá problemas.
d) Não haveriam, temos certeza, tantas decepções.
9.-
Se eu _____________ compraria uma casa na praia.
a) pudesse,
b) possa,
c) pudera,
d) pudera
10.-
Marque a alternativa que completa a frase corretamente. "A _________ casa esta longe do apartamento do _______ pai".
a) me, me
b) me, meu
c) minha, me
d) minha, meu
11.-
Marque a alternativa que completa a frase corretamente. " João vai _____ Brasil e se hospedará dois dias ____ Rio de Janeiro e três dias _____ São Paulo ".
a) Ao , no, em
b) A , em, no
c) Ao , no, no
d) A , no, no
12.-
Indique a opção que responde corretamente a frase: - Você vai comprar a fruta na feira?
a) Claro, vou comprá-la depois do almoço.
b) Claro, a vou comprar depois do almoço.
c) Não, vou comprar lá depois do almoço.
d) Não, não comprá-la depois do almoço.
O QUE É O CELPE BRAS
O Celpe-Bras é o único certificado brasileiro de proficiência em português como língua estrangeira, reconhecidooficialmente,pelo governo do Brasil. Internacionalmente, é aceito em firmas e instituições de ensino como comprovaçãode competência na língua portuguesa e, no Brasil, é exigido pelasuniversidades paraingresso em cursos de graduação, e em programas de pós-graduação.
Possibilitar aos alunos a aquisição do português do Brasil, vivenciando em processo de imersão os valores culturais do povo brasileiro, veiculados lingüisticamente em situações e contextos relevantes e diversificados de uso.
·Promover o desenvolvimento da competência comunicativa do aprendiz.
·Desenvolver habilidades de leitura e compreensão de textos do cotidiano: jornais, revistas, cartas, manuais, entre outros.
·Capacitar o aluno a:
• produzir textos e realizar tarefas como escrever ou responder uma carta, e-mail, preencher formulários ou responder questionários, etc.
• ver, ouvir e compreender um programa de rádio, noticiário, documentário ou programa de televisão
• comunicar-se, eficientemente, tanto na forma escrita como oral, desenvolvendo as competências lingüística, gramatical, estratégica que se integram à competência comunicativa.
ALGUMAS REFERÊNCIAS DE LIVROS
Curso de Português para Estrangeiros - Básico I: 90 horas, para iniciantes, falantes de quaisquer línguas. Livro-texto e de exercícios: Avenida Brasil 1 - Unidades 1 a 6.
Curso de Português para Estrangeiros - Básico II: 90 horas. Livro-texto e de exercícios: Avenida Brasil 1 - Unidades 7 a 12.
Curso de Português para Estrangeiros - Intermediário I: 90 horas. Livro-texto e de exercícios: Avenida Brasil 2 - Unidades 1 a 5 e material adicional de leitura (contos e crônicas de autores brasileiros e artigos de revista e jornal sobre tópicos do curso).
Curso de Português para Estrangeiros - Intermediário II: 90 horas. Livro-texto e de exercícios: Avenida Brasil 2 - Unidades 6 a 10 e material adicional de leitura (contos e crônicas de autores brasileiros e artigos de revista e jornal sobre tópicos do curso).
Cultura Brasileira: 60 horas. Material didático elaborado pelo Programa.
Leitura e Produção de Texto: 60 horas. Material didático elaborado pelo Programa.
Curso de Conversação: 60 horas. Material didático elaborado pelo Programa.
Tópicos de Literatura Brasileira: 60 horas. Material didático elaborado pelo Programa.
Curso Preparatório CELPE-Bras: 16 horas. Material didático elaborado pelo Programa
Estude a primeira página desta lição. Não tente memorizar tudo. Leia apenas os diálogos em voz alta e lentamente.
Para cumprimentar uma pessoa jovem, use 'hallo' (olá) ou 'hi'.
Hallo
Thomas.
Olá Thomas.
Hi
Sven.
Hi
Sven.
Para apresentar-se e perguntar o nome de outra pessoa, use 'Ich heisse ...' (Chamo-me ...) e 'Wie heisst du?' (Como te chamas?).
Hallo
.
Ich
heisse Stefan.
Und
wie heisst
du
?
Olá. Chamo-me Stefan. E tu como te chamas?
Ich
heisse Lisa.
Chamo-me Lisa.
Tente ler em voz alta os dois diálogos acima. Quando terminar, leia os dois diálogos abaixo e repita-os em voz alta. Enquanto fizer isto, por favor não se preocupe com a pronunciação. Mais tarde nesta lição irá aprender como pronunciar as diferentes palavras em Alemão.
Aqui estão alguns exemplos sobre como perguntar aos seus amigos, como eles estão e como vão as coisas.
Hallo
Markus. Wie
geht
es
dir?
Olá Markus. Como estás?
Sehr
gut
, danke.
Und
dir?
Muito bem, obrigado. E tu?
Na ja,
es
geht
so.
Bem, assim assim.
Hi
Katja.
Hi
Katja.
Hallo
Tina. Wie
geht
's?
Olá Tina. Como vão as coisas?
Gut
, danke.
Bem, obrigado.
Para despedir-se de alguém, use as seguintes expressões:
Para cumprimentar um adulto ou alguém que não conhece muito bem, use 'Guten Morgen' (Bom Dia), 'Guten Tag' (Boa Tarde) ou 'Guten Abend' (não tendo esta expressão uma equivalente directa em Português, ela é frequentemente traduzida como 'Boa Noite'. No entanto, o Alemão possui outras expressões com significados particulares para determinadas situações e que são igualmente equivalentes à 'Boa Noite'. Por favor veja estas variações à frente).
Guten Morgen Herr Meyer.
Bom dia Sr. Meyer.
Guten Morgen Stefan.
Bom dia Stefan.
Para apresentar-se formalmente, use 'Mein Name ist' (O meu nome é).
Guten Tag.
Mein
Name ist Steinmetz.
Boa tarde. O meu nome é (Sr./Sra.) Steinmetz.
Kohlmann.
Kohlmann.
Sehr angenehm, Herr Kohlmann.
Prazer em conhecê-lo, Sr. Kohlmann.
Mais uma vez, leia em voz alta os dois diálogos acima sem se preocupar com a pronunciação. O seu Alemão já soa muito bem!
Aqui estão algumas frases para perguntar formalmente como alguém tem passado e como estão as coisas.
Guten Abend Frau Bergmann. Wie
geht
es
Ihnen?
Boa noite Sra. Bergmann. Como está?
Gut
, danke.
Und
Ihnen?
Bem, obrigada. E você?
Ganz
gut
.
Bem.
Para despedir-se de um adulto ou de alguém que não conhece muito bem, use as seguintes frases:
Auf Wiedersehen.
Adeus.
Auf Wiederschauen.
Adeus.
Nota: A frase Alemã para "boa noite" ("gute Nacht") é usada pelos Alemães apenas imediatamente antes de se deitarem. Por exemplo: Se sair de um restaurante e quiser dizer 'boa noite' ao empregado, use "Auf Wiedersehen" ou "Auf Wiederschauen". Mas: Se quiser desejar boa noite aos seus filhos, antes de se deitarem, diga: "Gute Nacht" e eles dir-lhe-ão "gute Nacht" a si também.
O quadro abaixo mostra os conteúdos de análise sintática que se referem ao estudo da oração. Você pode consultá-lo sempre que aprender um novo conteúdo. Pode também usá-lo como um resumo para seus estudos.
Os termos destacados nesse quadro fazem parte da Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB). O que isso significa? A NGB é uma espécie de resumo dos conteúdos gramaticais referentes ao português falado no Brasil e funciona como um guia para o ensino da nossa língua.
A NGB foi criada em 1958 por um grupo de estudiosos e gramáticos de muito prestígio, como Antenor Nascentes, Rocha Lima e Celso Cunha. No ano seguinte, foi transformada em lei por uma portaria do presidente Juscelino Kubitscheck e passou a ser utilizada obrigatoriamente nas escolas de todo o Brasil. Antes da existência dessa lei, o estudo da gramática não era unificado e havia muita confusão com o uso de diversas terminologias.
Hoje em dia vários estudiosos apontam a necessidade de atualização da lei, em função do avanço dos conhecimentos lingüísticos. Mesmo assim, é a Nomenclatura Gramatical Brasileira que define os padrões de ensino da nossa língua.
O sujeito, um termo essencial da oração, é de quem (ou do quê) fala o verbo (quem morre? quem foi às compras? quem estava florindo?). Pode ter um ou mais núcleos.
No exemplo "Tonico mora no interior de São Paulo", o sujeito da oração - "Tonico" - é composto por uma só palavra. Mas o sujeito pode ser composto por mais de uma palavra.
Suponha que disséssemos: "O meu amigo Tonico mora no interior de São Paulo".
Os sujeitos de todas elas são expressos por mais de uma palavra. Em a) "Minha tataravô"; em b) "As belas modelos do Brasil"; em c) "O safado do presidente".
No entanto, uma das palavras que constitui cada um desses sujeitos é mais importante que as demais, pois ela é propriamente o termo sobre o qual se diz alguma coisa. Essa palavra é chamada de núcleo do sujeito. Nos exemplos citados, os núcleos do sujeito são, respectivamente, "tataravô", "modelos" e "presidente".
Núcleo do sujeito é, portanto, a palavra principal que forma o sujeito.
Classificação do sujeito
Além disso, existem duas categorias ou tipos básicos de sujeito. São elas:
1) Sujeito determinado: É identificado pelo contexto ou pela terminação do verbo (que sempre concorda com o sujeito). São determinados todos os sujeitos que vimos nas três orações acima.
Observe que o sujeito determinado pode ser:
a) Simples: caso tenha um único núcleo. Exemplo: O tubarão branco está ameaçado de extinção. O sujeito (quem está ameaçado de extinção?) é "o tubarão branco", ou seja, três palavras. Mas o "núcleo do sujeito" é tubarão. Ou seja, não é "o" quem está ameaçado de extinção, nem "branco", mas sim "tubarão". Logo, Núcleo do sujeito: "tubarão". Uma única palavra, sujeito determinado simples.
b) Composto: caso tenha mais de um núcleo. Exemplo: Os tigres e os rinocerontes estão ameaçados de extinção. Núcleos do sujeito: "tigres" e "rinocerontes".
c) Oculto, elíptico ou desinencial: caso não esteja expresso na oração, mas possa ser identificado pela terminação (ou desinência) do verbo. Exemplo: Ficamos abestalhados com tanta corrupção. Veja, a desinência "amos" refere-se à primeira pessoa do plural, "nós".
2) Sujeito indeterminado: é aquele que não se pôde ou não se quis apontar e que também não se pode identificar pelo contexto ou pela terminação verbal. O sujeito indeterminado pode acontecer:
a) Com o verbo na terceira pessoa do plural não se referindo a nenhum substantivo no plural ou aos pronomes "eles" e "elas" anteriormente mencionados. Exemplo: Bateram minha carteira no ônibus.
b) Com verbos intransitivos, transitivos indiretos ou de ligação, na terceira pessoa do singular, acompanhados da partícula "se". Exemplo: Trata-se de um ladrão hábil, de um mão leve.
Oração sem sujeito
Apesar de ser um termo essencial da oração, o sujeito pode não existir em algumas orações. São as orações de sujeito inexistente, ou orações sem sujeito. (O mesmo não pode acontecer com o predicado - toda oração possui um).
No caso de orações sem sujeito, o processo que o verbo expressa refere-se a si mesmo e não pode ser atribuído a ninguém.
Em geral, são orações sem sujeito:
a) As que se referem a fenômenos da natureza. Exemplos: Anoitece tarde no horário de verão. (pense: "quem é que anoitece tarde no horário de verão?", obviamente, 'ninguém anoitece. A oração não tem sujeito!)
Choveu muito ontem. (ninguém chove!)
Está trovejando. (o mesmo raciocínio!)
b) As que apresentam os verbos "haver", "fazer" e "ser", empregados de forma impessoal, como nos exemplos: Há poucos leitores no Brasil. Faz três anos que me mudei dali. Hoje são oito de fevereiro.
A propósito, cabe aqui uma observação: O verbo da oração sempre concorda com o sujeito em pessoa e número. Não se pode dizer, por exemplo, "ela vivemos na Europa", nem "nós vive na Europa". Sendo assim, volte umas linhas, ao item b e note que, embora estejamos nos referindo a "poucos leitores" e a "três anos" o verbo está no singular, assim como ao nos referirmos a "hoje" o verbo está no plural - o que reforça a idéia de inexistência de sujeito.
Os predicados verbais estão presentes em orações do tipo:
De grão em grão, a galinha enche o papo.
O núcleo do predicado é um verbo (o verbo "encher").
Predicado nominal
Há casos, porém, em que o núcleo do predicado não é um verbo. A declaração que se faz sobre o sujeito não está contida no verbo (ou seja, o mais importante não é que a galinha "enche", ou que o galo "canta"), mas sim num substantivo ou adjetivo (que, em gramática, são também chamados de "nomes") que se seguem ao verbo.
A galinha do vizinho é sempre mais gorda.
O sujeito é "a galinha do vizinho". O núcleo do predicado não está contido no verbo ("é"), mas sim no adjetivo - "gorda". Isto é, a idéia mais importante do predicado não é o verbo "é", mas o adjetivo "gorda". "Gorda" é o nome que se liga ao sujeito através de um verbo de ligação. "Gorda" é o predicativo do sujeito. O predicativo do sujeito exprime a qualidade ou condição que se atribui ao sujeito. O verbo de ligação tem a função de ligar o predicativo ao sujeito.
Na oração que analisamos, o nome é mais importante do que o verbo de ligação. A esse tipo de predicado chamamos de predicado nominal.
Verbos de ligação
O verbo de ligação pode indicar o tipo de relação que existe entre sujeito e predicativo. Os verbos de ligação mais freqüentes são: "ser", "estar", "ficar", "parecer", "permanecer" e "continuar". Além deles, vários outros verbos podem servir como verbo de ligação. Vamos analisar as orações abaixo:
a) Hermógenes é louco. b) Hermógenes parece louco. c) Hermógenes fica louco. d) Hermógenes anda louco.
Todos os verbos em itálico são verbos de ligação: fazem uma ponte entre o sujeito ("Hermógenes") e uma qualidade que se atribui a ele ("louco"). A relação que se estabelece entre o sujeito e seu predicativo, todavia, sofre pequenas variações, suficientes para mudar o impacto e o sentido de cada frase.
No primeiro caso, dizemos que a loucura é uma característica permanenete de Hermógenes. Na frase b) apontamos um semelhança entre Hermógenes e um louco. Na oração c), o que se destaca é a mudança de estado sofrida por Hermógenes. Finalmente, na oração d) o que fica evidente é o fato de que o estado de Hermógenes é transitório.
Verbo de ligação
Aspecto
Ser
A qualidade ou estado atribuído ao sujeito é permanente.
Estar, andar, achar-se, etc.
Exprime estado transitório.
Ficar, tornar-se, fazer-se,etc.
Exprime mudança de estado.
Ficar, continuar, permanecer, etc.
Mostra continuidade de estado.
Parecer, semelhar, etc.
Denota semelhança.
Predicado verbo-nominal
Vamos observar a seguinte oração:
Marianita chegou esbaforida.
Verificamos que o predicado possui dois núcleos. O primeiro é constituído pelo verbo intransitivo "chegou" e o segundo é constituído pelo adjetivo "esbaforida".
Dizemos que o predicado é verbo-nominal, pois tem um núcleo verbal e outro nominal. Nesse caso, o predicativo refere-se ao sujeito, ou seja, "esbaforida" refere-se a "Marianita". Temos um predicativo do sujeito.
Observe agora uma outra situação.
O júri julgou o réu culpado.
Nesse caso, temos um verbo transitivo ("julgou"), um objeto ("o réu") e um predicativo ("culpado"). Aqui também temos um predicado verbo-nominal. Ele tem dois núcleos: um verbo e um adjetivo.
Se observarmos com mais cuidado, veremos algo importante. Nesse caso, o predicativo não se refere ao sujeito, mas sim ao objeto direto ("culpado" refere-se a "réu"). "Culpado" é um predicativo do objeto.
Portanto, há dois tipos de predicativo:
a) predicativo do sujeito (num predicado nominal) Ex. Ela ficou triste.
b) predicativo do objeto Ela achou a amiga triste.
Complemento nominal
São como objetos dos "não verbos"
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
Alguns nomes (substantivos e adjetivos) se comportam de maneira similar aos verbos transitivos. Não entendeu? Pois bem, você vai ver que esse conceito de análise sintática não é tão difícil. Veja essas três orações:
A comunidade aguarda a construção da estrada.
O fechamento da fábrica causou grandes transtornos.
O avião fez uma mudança de rota.
O que essas expressões têm em comum? A resposta é: o fato de trazerem um nome ligado a um complemento, que chamamos de complemento nominal. Veja o esquema:
Há certas palavras (substantivos, adjetivos e advérbios) que apresentam alguma transitividade, isto é, seu sentido fica incompleto sem um complemento. É o mesmo raciocínio dos verbos: "quem constrói, constrói algo"; "se há construção, há construção de algo". O complemento dessas palavras é o complemento nominal.
Outro esqueminha ajudará a entender:
Basta pensar um pouco e você vai verificar que o mesmo ocorre nos outros dois exemplos dados.
Os verbos acima são transitivos diretos e pedem como complemento um objeto direto. Quando comparamos esses verbos com os substantivos, percebemos que os substantivos também pedem um complemento. O nome que se dá a essa função gramatical é complemento nominal. Podemos perceber assim que o complemento integra o sentido do substantivo.
Mas nem sempre os nomes que pedem complemento nominal estão ligados a um verbo. Há casos em que um substantivo abstrato demanda um complemento. Veja os exemplos abaixo:
Há também advérbios acompanhados de complemento nominal, como neste exemplo:
Na lista abaixo, apresentamos vários exemplos de palavras acompanhadas de complemento nominal. Observe como a estrutura gramatical dessas expressões é bem parecida. Só para lembrar: o complemento nominal sempre é precedido de uma preposição (como a, de, com, em, por e outras).
Nome
Complemento nominal
sede
de viver
ávido
pelo dinheiro
alheio
aos estudos
prejudicado
pelos irmãos
sorte
no amor
atração
pelo desconhecido
estada
em Machu Pichu
merecedor
do Prêmio Nobel
confiança
na medicina
contrário
à pena de morte
atenção
ao cliente
necessidade
de dormir
farto
de ouvir bobeiras
invenção
do avião
acima
da lei
capaz
de voar
Voz passiva
Sujeito vira agente
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
Como assim - agente da passiva?
Na verdade, agente da passiva é um termo integrante da oração. Ele só está presente quando a oração está na voz passiva. Vamos entender melhor.
A seguinte oração está na voz ativa:
Branca de Neve mordeu a maçã envenenada.
Quando uma oração está na voz ativa, o sujeito gramatical também é o agente da ação. Veja bem: foi de fato Branca de Neve quem comeu a maçã envenenada. Esquematizando:
Existe, no entanto, um outro modo de afirmar o mesmo fato. Veja bem!
A maçã envenenada foi mordida por Branca de Neve.
O sentido desta oração é exatamente o mesmo da oração anterior. Embora a informação seja a mesma, a estrutura gramatical é um pouco diferente. Nesse exemplo, a oração está na voz passiva.
Nas orações na voz passiva, não é o sujeito que pratica a ação, mas o agente da passiva. Portanto:
O mundo dos contos de fada traz um outro exemplo.
Observe como o sujeito (na voz ativa) transforma-se em agente da passiva (na voz passiva) e como o objeto direto (na voz ativa) transforma-se em sujeito (na voz passiva).
Vamos ver outros exemplos.
voz ativa: Peter Pan derrotou o Capitão Gancho.
voz passiva: O Capitão Gancho foi derrotado por Peter Pan.
agente da passiva: por Peter Pan
voz ativa: Alice seguiu o Coelho Branco.
voz passiva: O Coelho Branco foi seguido por Alice.
agente da passiva: por Alice
Mas - que peninha ! - você já deve ter deduzido que nem todas as orações na voz ativa podem ser convertidas para a voz passiva.
Só podem ser convertidas as orações formadas por verbos transitivos diretos e completadas por objeto direto. A razão é muito simples: é o objeto direto que vai se transformar em sujeito na voz passiva.
E agora um último exemplo:
Os contos de fada nos encantam.
Ou seja:
Nós somos encantados pelos contos de fada.
Qual o agente da passiva? Pelo que somos encantados?
No segundo verso, temos a expressão conquistar com braço forte.
Podemos notar como a expressão com braço forte intensifica o sentido do verbo conquistar.
O termo que intensifica o sentido de verbo, de um adjetivo ou de um advérbio recebe o nome de adjunto adverbial. No exemplo acima, com braço forte é um adjunto adverbial de modo.
Vamos a outros exemplos, todos do Hino Nacional Brasileiro.
Podemos reparar na grande quantidade de adjuntos adverbiais que acompanham o adjetivo deitado e o verbo fulguras:
Todos esses adjuntos adverbiais especificam o modo como a nossa nação se apresenta, em meio a seus esplêndidos recursos naturais.
Há inúmeros tipos de adjunto adverbial, o que torna difícil fazer uma classificação exata. Observe os advérbios e locuções adverbiais no exemplo abaixo. São todos adjuntos adverbiais de modo:
Os adjuntos adverbiais podem indicar diversas outras circunstâncias.
Adjunto adverbial
Exemplo
lugar
Cantei na escola.
tempo
Nós nos apresentamos ontem.
modo
Cantamos com toda a energia!
fim
Os alunos cantaram em homenagem à Semana da Pátria.
matéria
O coro era de 120 vozes.
Esses são apenas alguns exemplos.
Até que o adjunto adverbial não é difícil de entender, não é?
Aposto
Termo dá "explicação" na frase
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
Entenda o que é o aposto, um dos termos acessórios da oração, do ponto de vista da análise sintática.
A rosa, símbolo da paixão, é uma flor linda.
Essa oração também poderia ter sido dita da seguinte maneira, mais simples: "A rosa é uma flor linda". Seria fácil analisá-la sintaticamente.
A rosa = sujeito é = verbo de ligação uma flor linda = predicativo do sujeito
Temos uma oração completa. Entretanto, ao adicionar "símbolo da paixão" à oração, ganhamos uma "explicação" a mais. É esse o papel do aposto.
No famoso "Soneto de Fidelidade", o poeta Vinícius de Moraes refere-se à morte e à solidão da seguinte maneira:
O poeta está definindo a morte e a solidão. Na maior parte dos casos, o aposto tem um sentido explicativo. Ele busca dar maior precisão ao termo que o antecede, explicando melhor o que foi dito anteriormente.
Vamos apreciar mais alguns exemplos de aposto.
Todos conhecem Vinícius de Moraes, o poeta.
Cleópatra, a rainha do Egito, era excêntrica.
Note agora um fato interessantíssimo. O aposto simplesmente tem a mesma função do termo que o antecede. Nos exemplos acima, Vinícius de Morais seria objeto direto e rainha do Egito seria sujeito.
Esquematizando:
Todos conhecem Vinícius de Moraes, o poeta. objeto Cleópatra, a rainha do Egito, era excêntrica. sujeito
Vamos conhecer alguns outros tipos específicos de aposto:
Ele pode ser uma enumeração:
Pode ser um resumo do que foi dito anteriormente:
O aposto também pode ser uma comparação:
Adjunto adnominal
Artigos, adjetivos e pronomes, na análise sintática
Podemos verificar que os substantivos margens, povo, brado, sol e raios aparecem especificados por adjetivos de grande impacto: plácidas, heróico, retumbante, fúlgidos, o que confere um tom grandioso e brilhante ao texto. Os substantivos também são especificados por artigos, como as, um e o. Podemos observar também o uso de uma locução adjetiva: da Liberdade.
Todos esses termos são chamados de adjuntos adnominais. São palavras que acompanham o núcleo do sujeito ou do predicativo do sujeito dando-lhes características, delimitando-os. São termos acessórios da oração, do ponto de vista da análise sintática
Um substantivo pode vir acompanhado de vários adjuntos adnominais. Vamos ver mais um exemplo. Observe o verso seguinte.
Uma boa forma de aprender uma nova língua é começar a falá-la desde já. Estamos no aeroporto de LAX em Los Angeles. Sean Martin e a sua esposa e filhos chegaram num voo doméstico de Chicago e estão agora à procura das suas malas, o velho e tão conhecido problema de cada aeroporto.
Sean está falando com um empregado do aeroporto:
Sean Martin (S): Good morning, sir.
I
am looking for my suitcases.
Bom dia, senhor. Estou à procura das minhas malas.
Empregado (E): O.K. What is the name of your airline?
Ok. Qual é o nome da sua companhia aérea?
S: American Airlines.
American Airlines.
E: Where do
you
come from?
De onde vem?
S:
I
come from Chicago.
Venho de Chicago.
E: And what is your name?
E qual é o seu nome?
S: My name is Sean Martin.
O meu nome é Sean Martin.
E: One moment,
please
.
Um momento, por favor.
<- click here to listen to this dialogue
Leia o diálogo acima em voz alta e para si mesmo. Quanto mais frequentemente ler os textos de Inglês em voz alta, mais confortável se sentirá com a nova língua.
Agora, por favor pressione o botão verde para prosseguir para a próxima página.
Aqui temos outro diálogo, desta vez entre o Sean e uma colega seu, o qual encontrou por coincidência no aeroporto. O seguinte diálogo aborda todos os tipos de situações do dia-a-dia e frases importantes, as quais deverá sem dúvida conhecer.
Mrs. Peters (P): Mr. Martin! How are
you
?
Sr. Martin! Como está?
Sean (S): Mrs. Peters! Hello. Well, thanks, and
you
?
Sra. Peters! Olá. Bem, obrigado, e você?
P: Very well, thank
you
. Are
you
on vacation?
Muito bem, obrigado. Está de férias?
S:
Yes
, with my wife, my daughter and my son.
I
will introduce
you
to my family. Claire, Mrs. Peters, my colleague.
Sim, com a minha esposa, a minha filha e o meu filho. Vou apresentá-la à minha família. Claire, a Sra. Peters, minha colega.
A melhor coisa a fazer, ao aprender uma nova língua (neste caso Italiano), é começar a falar essa língua imediatamente. Por favor leia o diálogo abaixo em Italiano e tente derivar o significado em Português das novas e desconhecidas palavras italianas a partir da tradução em Português à direita.
A Sra. Alberti está falando com o Francesco, um dos seus estudantes. Leia o diálogo em voz alta para si mesmo.
Professoressa Alberti (P):
Ciao
, Francesco!
Olá Francesco.
Francesco (F):
Buongiorno
, professoressa! Come sta?
Bom dia, professora, como está?
P:
Bene
,
grazie
.
E
tu
?
Bem, obrigada.
E
tu
?
F: Molto
bene
,
grazie
.
Muito bem, obrigado.
P: Hai una penna, Francesco?
Tu
tens uma caneta?
F:
Sì
, professoressa. Ho una penna.
Ecco
la penna!
Sim, professora. Eu tenho uma caneta. Aqui está a caneta.
P: Hai
anche
un quaderno?
Também tens uma pasta?
F:
Sì
, ho
anche
un quaderno.
Ecco
il quaderno!
Sim, também tenho uma pasta. Aqui está a pasta.
P: Hai il libro de italiano?
Tu
tens o livro de italiano?
F:
No
, mi dispiace, non ho il libro.
Ma
ho il quaderno.
Não, desculpe. Eu não tenho o livro. Mas tenho a pasta.
Queremos começar desde já a estudar Francês e conhecer a família Toussaud, que vive em França. Os Toussauds gostariam de apresentar-se. Tente ler as frases abaixo em voz alta e encontrar o seu significado através das traduções em Português à direita.
A família Toussaud apresenta-se:
La famille Toussaud: Salut!
Nous
sommes la famille Toussaud.
Olá. Nós somos a família Toussaud.
Mother:
Je
suis Claire Toussaud.
Je
suis la mère. J'ai un bon mari.
O meu nome é Claire Toussaud. Eu sou a mãe. Eu tenho um bom marido.
Father:
Je
suis François Toussaud.
Je
suis le père. J'ai une bonne épouse.
O meu nome é François Toussaud. Eu sou o pai. Eu tenho uma boa esposa.
Janine:
Je
suis Janine.
Je
suis la fille. J'ai un bon frère.
O meu nome é Janine. Eu sou a filha. Eu tenho um bom irmão.
Pierre:
Je
suis Pierre.
Je
suis le fils. J'ai une bonne soeur.
O meu nome é Pierre. Eu sou o filho. Eu tenho uma boa irmã.
Milou:
Je
suis Milou.
Je
suis le chien. J'ai une bonne famille.
O meu nome é Milou. Eu sou o cão. Eu tenho uma boa família
Leia a primeira página desta lição. Não tente memorizar tudo. Apenas leia os diálogos em voz alta e lentamente.
Se deseja dizer 'olá' em Espanhol a um amigo ou a uma pessoa jovem, use a palavra 'hola'.
Hola
Diego
Olá Diego.
Hola
Ernesto
Olá Ernesto.
Se quiser apresentar-se ou quiser saber o nome de alguém com quem está a falar, use 'Me llamo ...' (Chamo-me ...) e '¿Cómo te llamas?' (Como te chamas?).
Hola
. Me llamo Teodoro.
Y
tú, ¿cómo te llamas?
Olá. Chamo-me Theodor. E tu
como
te chamas?
Me llamo Juan
Chamo-me Juan.
<- click here to listen to this dialogue
Tente ler em voz alta para si mesmo os dois diálogos acima. Em seguida faça o mesmo com os dois diálogos abaixo. Ao fazer isto, por favor não se preocupe com a pronunciação. Irá aprender mais adiante nesta lição como pronunciar e enfatizar as diferentes palavras em Espanhol.
Aqui estão alguns exemplos, sobre como perguntar aos seus amigos ou a uma pessoa jovem, como estão e como têm corrido as coisas.
Hola
Marcos. ¿Cómo estas?
Olá Markus.
Como
estás
?
Muy
bien
,
gracias
. ¿
Y
tú?
Muito bem, obrigado. E tu?
Así, así.
Assim assim.
Hola
Carmen.
Olá Carmen.
Hola
Nena. ¿Cómo
estás
?
Olá Nena.
Como
estás
?
Regular
.
Bastante
bem.
Em vez de dizer "¿Cómo estas?", também pode usar "¿Qué tal?" ("Que tal?").
Para despedir-se de alguém em Espanhol, use as seguintes sugestões:
Método prático para descobrir esse termo da oração
Jorge Viana de Moraes* Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
As aulas de análise sintática não deveriam ser aulas de tortura. Infelizmente, em muitos lugares ainda são. Esse tipo de estudo já ficou tão estigmatizado que existem até poemas dedicados ao seu tema - inclusive bem humorados e não menos críticos em relação ao tipo de ensino que se faz(ia) em sala de aula. Vejamos um dos mais conhecidos, escrito pelo poeta curitibano Paulo Leminsky:
O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente. Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida, regular como um paradigma da 1ª conjunção. Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto. Casou com uma regência. Foi infeliz. Era possessivo como um pronome. E ela era bitransitiva. Tentou ir para os EUA. Não deu. Acharam um artigo indefinido na sua bagagem. A interjeição do bigode declinava partículas expletivas, conectivos e agentes da passiva o tempo todo. Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
(Poema extraído do livro Caprichos e relaxos de Paulo Leminsky. São Paulo: Brasiliense, 1983, p. 144).
Apesar de parecer o contrário, as aulas de análise sintática podem ser muito interessantes e até mesmo prazerosas, quando feitas com uma certa lógica relacional e não apenas com a forçosa e tradicional "decoreba".
Como descobrir o sujeito
Por exemplo, no estudo dos termos básicos da oração existe um método prático para descobrirmos o sujeito. Assim:
Sujeito é todo termo da oração (substantivo ou palavra substantivada) não antecedida por preposição que puder ser trocado por ele(s) ou elas(s), num sistema de pergunta e resposta.
Dessa forma, considere o seguinte enunciado: Chegaram os artistas na cidade. Agora, transforme-o em uma pergunta: Chegaram os artistas na cidade? Pergunta que nós mesmos responderemos, fazendo a permuta de quem chegou pelo pronome condizente. Depois, copiamos o restante da oração. Conforme o exemplo abaixo:
Como se vê, aquilo que o pronome substituiu é o sujeito da oração, não importando a sua extensão. Para comprovar isso, observe o enunciado a seguir:
Já começou a distribuição de figurinhas autocolantes premiadas do novo álbum do Batman.
Transformando-o em uma pergunta para ser respondida de acordo com o esquema estudado:
Já começou a distribuição de figurinhas autocolantes premiadas do novo álbum do Batman?
Sim, ela já começou. Ela quem? A distribuição de figurinhas autocolantes premiadas do novo álbum do Batman. Assim, todo o termo que o pronome ELA substituiu nessa oração é o sujeito. Por sinal, um sujeito bem extenso!
Algumas observações
a) Observe que sempre o núcleo do sujeito não pode ser antecedido por preposição.
b) O pronome reto concorda sempre em gênero e número com o núcleo do sujeito.
c) Todo termo não substituído pelo pronome reto deve ser repetido nas resposta.
d) Observe como o sujeito expresso na oração coincide morfologicamente com um substantivo, palavra substantivada ou sintagma nominal.
Portanto, a base morfológica do sujeito, em Língua Portuguesa, é sempre substantiva.
Na maioria das vezes, há crase no "a" que precede horas:
Os supermercados abrem às 7h. O jogo será à 1h da madrugada. À 0h do dia 1.º de janeiro, começará a queima de fogos.
Em cinco casos, porém, não há crase nesse "a" que acompanha horas: quando antes dele há as preposições "até", "após", "desde", "entre" e "para". Veja:
Os ingressos serão vendidos até as 18h. Os portões serão fechados após as 7h30. O consumo de álcool está liberado desde a 0h de segunda-feira. Há uma lei que proíbe a prática esportiva na praia entre as 8h e as 16h. A sessão estava marcada para as 20h.
Regra prática – Substitua a hora por "meio-dia": se der "ao meio-dia", há crase; se não der, esqueça a crase.
Observe: A transmissão começa às 6h30, com crase, porque A transmissãocomeça ao meio-dia.
Mas: O erro foi identificado pela reportagem após as 19h de ontem, sem crase, porque O erro foi identificado pela reportagem após o meio-dia de ontem.
Na maioria das vezes, há crase no "a" que precede horas:
Os supermercados abrem às 7h. O jogo será à 1h da madrugada. À 0h do dia 1.º de janeiro, começará a queima de fogos.
Em cinco casos, porém, não há crase nesse "a" que acompanha horas: quando antes dele há as preposições "até", "após", "desde", "entre" e "para". Veja:
Os ingressos serão vendidos até as 18h. Os portões serão fechados após as 7h30. O consumo de álcool está liberado desde a 0h de segunda-feira. Há uma lei que proíbe a prática esportiva na praia entre as 8h e as 16h. A sessão estava marcada para as 20h.
Regra prática – Substitua a hora por "meio-dia": se der "ao meio-dia", há crase; se não der, esqueça a crase.
Observe: A transmissão começa às 6h30, com crase, porque A transmissãocomeça ao meio-dia.
Mas: O erro foi identificado pela reportagem após as 19h de ontem, sem crase, porque O erro foi identificado pela reportagem após o meio-dia de ontem.